Artem

As cores do coronavírus

A covid-19 pode ter limitado os artistas, mas não os fez parar. Pelo contrário, trouxe novos motivos para a sua arte. No caso específico da pintura, a pandemia não foi esquecida na hora de meter mãos à obra. As sátiras, críticas e agradecimentos enchem as ruas com as cores do coronavírus.


Em Londres, o artista Lionel Stanhope pinta um mural inspirado na pintura A Ceia em Emaús de Caravaggio.

Serigne Boye, também conhecido como Zeusworks, pinta um mural no Dakar, Senegal, para incentivar as pessoas a usarem equipamentos de proteção durante a pandemia.

Em Antuérpia, na Bélgica, o artista belga Bram De Ceurt pintou em homenagem aos médicos.

Na Irlanda, mais propriamente em Dublin, Emma Blake também prestou homenagem aos profissionais de saúde.

O misterioso Banksy representou um menino que preferia brincar com uma enfermeira do que com outros super-heróis. A pintura foi encontrada num hospital em Southampton, cidade no sul da Inglaterra.

Em Pontefract, Inglaterra, Rachel List também comparou os profissionais de saúde a super-heróis.

O artista Catman, em Whitstable, Inglaterra, fez a mesma analogia.

Por sua vez, David “S.I.D.” Perez pintou em homenagem aos trabalhadores de supermercados.

As críticas aos políticos não ficam de fora. Foi o que fez Aira Crespo no Rio de Janeiro.

As séries televisivas não são esquecidas. Nello Petrucci, Pompeia, Itália.

Foto de destaque: SAPO

Francisco Martins
Estudo Jornalismo e Comunicação e foi algures entre a escrita e o desporto que lá veio a ideia de poder vir a ser jornalista. Contar histórias, conhecer pessoas e relatar o que de especial há nelas. No fundo, dar aos outros coisas para falarem.

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